SÃO PAULO - O emprego na indústria brasileira caiu 1,3% em fevereiro frente ao mês anterior, na quinta redução seguida nesse tipo de comparação, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira na Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário (Pimes).
Em relação ao mesmo período do ano passado, o emprego recuou 4,2%, contabilizando a maior perda desde o início da série histórica, em 2001.
No primeiro bimestre do ano, o emprego industrial acumula queda de 3,4%. No período de 12 meses encerrado em fevereiro, acumula crescimento de 1%.
Também foi apurado que 13 dos 18 setores analisados cortaram funcionários no segundo mês deste ano em relação a intervalo correspondente do calendário passado, sobressaindo vestuário (-8,9%), calçados e artigos de couro (-9,6%) e madeira (-14,8%).
Em termos setoriais, os principais destaques negativos foram Vestuário (-8,9%), Calçados e artigos de couro (-9,6%) e Madeira (-14,8%). Por outro lado, Minerais não-metálicos, Refino de petróleo e produção de álcool e o setor de Papel e gráfica tiveram alta do nível de emprego. "O indicador acumulado no primeiro bimestre de 2009 decresceu 3,4% com 13 ramos e os 14 locais pesquisados contribuindo negativamente para formação da taxa global", observou o IBGE em nota.
O IBGE informou, na mesma pesquisa, que a folha de pagamento real na indústria subiu 1,9% em fevereiro ante janeiro. Na comparação com fevereiro do ano passado, o porcentual de elevação foi o mesmo, também de 1,9%. A folha de pagamento na indústria acumula alta de 1,2% no ano e de 5,3% em 12 meses.
O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria caiu 0,4% ante janeiro e 5,7% em relação a fevereiro de 2008.
(Com informações da Reuters, Agência Estado e Valor Online)
Sera que devemos acreditar na quela velha conversa que aqui não tem crise ou devemos acreditar que a gente deve trabalhar e de dedicar mais para que essa situação melhore.
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